IniciativasProposta de lei do GovernoPPL 110/XVII
do , entregue no Parlamento a 8 de outubro de 2026.
Agora. A proposta deu entrada a 8 de outubro. O debate na generalidade decorre a 27 e 28 de outubro, com votação a 28. Segue-se a especialidade, até à votação final global, marcada para 24 de novembro.
Aprova o Orçamento do Estado para 2027, isto é, as receitas e as despesas previstas do Estado para esse ano. Autoriza também o Governo a aumentar a dívida do Estado até ao limite de 22 mil milhões de euros.
Se for aprovado, o Orçamento entra em vigor a 1 de janeiro de 2027.
O Orçamento do Estado define o IRS, o salário mínimo, as pensões e o dinheiro para a saúde, a educação e a habitação. Se for aprovado e promulgado, entra em vigor a 1 de janeiro de 2027.
O Chega quer a reforma aos 65 anos ou após 40 anos de descontos, menos IVA nos combustíveis e IVA zero num cabaz alimentar. O primeiro-ministro rejeitou estas propostas. O Governo defende o desconto no ISP e diz que o Orçamento não tem margem para mais despesa. O Chega ameaça votar contra.
O PS diz que é um "mau Orçamento", mas propõe abster-se para evitar uma crise política. Quer, na especialidade, medidas sobre combustíveis, energia e alimentos, e exige que o Governo cumpra as garantias dadas. O Governo avisa que medidas aprovadas sem contrapartida podem criar défice.
O Chega diz que a abstenção do PS torna o Orçamento inútil. O PS diz que as propostas do Chega para as pensões cortariam cerca de 12 % às pensões em pagamento. O Chega pode ainda apresentar alterações na especialidade.
A IL diz que um voto contra é muito provável, se o Governo não mudar de rumo. O BE vota contra. O PCP e o Livre criticam a proposta.